Entre montanhas míticas, sprints rigorosos e dias de glória ou de queda, A Volta a França etapa a etapa (2010-2025) conduz o leitor por uma das eras mais fascinantes da história do ciclismo. Mais do que um simples registo de resultados, este livro é uma viagem detalhada pelas histórias de cada etapa, das estratégias e emoções que marcaram o Tour na sua transição para um ciclismo mais limpo, mais científico e, acima de tudo, mais imprevisível. O que o tem levado a um patamar de reconhecimento e credibilização nunca antes visto. Das batalhas épicas nos Alpes e Pirenéus às decisões milimétricas nos contrarrelógios, cada dia de Volta a França ganha vida através desta narrativa informada, apaixonada e com pormenores de bastidores.
Com o olhar atento de jornalista e a sensibilidade de adepto, Frederico Bártolo oferece uma perspetiva única sobre o maior evento do ciclismo mundial, cruzando análise rigorosa com relatos humanos dos protagonistas dentro e fora da estrada. O campeão mundial de 2013, Rui Costa, escreve o prefácio, o maior voltista português desde Joaquim Agostinho, João Almeida, e o campeão olímpico Rui Oliveira testemunham, nesta obra, a evolução do ciclismo. Essencial para fãs, curiosos e futuros cronistas, esta obra é também um convite: acompanhar o Tour com outros olhos, compreender estratégias, detalhes… e, claro, sentir cada pedalada.
Frederico Bártolo é lisboeta, nasceu em 1992 e é jornalista desde 2016. Há 25 anos que é aficionado por ciclismo. Começou por ouvir os relatos da Volta a Portugal a cada verão, foi às chegadas mais emblemáticas em Portugal e começou, ainda na faculdade, a escrever sobre as principais provas World Tour.
De 2019 a 2024, foi narrador e comentador do Eurosport Portugal, participando em todas as principais provas de um dia do calendário, Mundiais, Europeus e as três Grandes Voltas. Viu o aparecimento de Pogačar no Algarve, dirigiu-se à Eslovénia para saber mais daquele que se candidata a ser o melhor corredor de sempre. Foi a Innsbruck, às montanhas austríacas, à Flandres, às Ardenas, a Roubaix, ao Norte de França e a sítios emblemáticos da Volta a Itália, sempre para saber mais sobre ciclismo e sobre os heróis locais.
Recorda, com emoção, ter visto o Mundial de Florença de Rui Costa, em 2013, e já ter escrito a vitória de Valverde nos Mundiais, o ataque de Froome na gravilha da Colle delle Finestre, as reviravoltas de Bernal e Pogačar na Volta a França e os títulos de Portugal na pista. Depois de sete anos a escrever ciclismo em O JOGO, é hoje jornalista no Diário de Notícias, no qual escreve sobre política e desporto.


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